No que tange à terminologia, alguns especialistas diferem quanto a utilização da palavra aromaterapia, por refletirem que a aromaterapia implicaria no fato de que todos os óleos essenciais teriam um cheiro agradável. E é comum existirem óleos essenciais que não têm aromas agradáveis. Embora o cheiro seja algo bastante subjetivo, a camomila alemã é um exemplo de óleo essencial que não agrada muita gente!

Além disso, o termo aromaterapia implicaria no fato de que, cheirar ou inalar óleos essenciais seria a única forma de obter seus benefícios terapêuticos, quando, na verdade, existem várias maneiras de fazer uso dos óleos essenciais. Esses especialistas acreditam que, entre as terminologias disponíveis, “terapia com óleo essencial” seria, do ponto de vista descritivo, mais adequado, embora aceitem que o termo “aromaterapia” tenha maior trânsito em todo o mundo.

Uma outra reflexão fica para o termo “óleo essencial”. Um óleo essencial é um produto extraído de uma única espécie de planta. Nem todas as plantas produzem óleos essenciais, importante esse esclarecimento. Os óleos essenciais são encontrado nas raízes, nos caules, nas folhas, flores ou nos frutos das plantas e, normalmente, são usados ​por elas mesmas para controlar infecções, umidade, para a cicatrização de feridas e para atrair ou repelir insetos, pássaros e animais.

Pois é, óleos (não essenciais) são definidos como qualquer substância química sem carga líquida, que é um líquido espesso à temperatura ambiente e é hidrofóbico (não se mistura com água) e lipofílico (se mistura com gorduras ou lipídios). Quando pensamos neles, nossas mentes tendem a se concentrar na cozinha: azeite, canola ou óleo de amendoim, certo? Mas também há óleos em sua garagem (óleo de motor) e em sua coleção de arte (tintas a óleo, por exemplo), não é? Os óleos animais e vegetais são, em resumo, uma mistura de triglicerídeos que, por sua vez, são compostos por ácidos graxos.

No caso dos óleos essenciais, eles são hidrofóbicos, ou seja, não se misturam com água, mas ao contrário dos óleos animais e vegetais, não são feitos de ácidos graxos. Em vez disso, sua composição depende muito da planta de onde se originaram. Você já notou que os óleos essenciais não são oleosos? Eles são chamados de “óleos”, possivelmente, porque contêm componentes químicos próprios da planta, que são solúveis em óleo (geralmente entre 100 e 200 componentes químicos por óleo essencial). Já o termo “essencial”, pode fazer referência ao fato de que esses óleos contêm a essência da planta, sua fragrância. Essa química complexa dá aos óleos essenciais suas propriedades terapêuticas e explica o motivo pelo qual diferentes óleos essenciais podem ter efeitos sobrepostos.

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